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Filme: O mínimo para viver

  • Foto do escritor: Luana Fonseca
    Luana Fonseca
  • 12 de mai. de 2020
  • 2 min de leitura

O filme que venho falar hoje segue a mesma linha de tema do último livro (Garotas de Vidro) que resenhei aqui no blog.


O Mínimo Para Viver (“To the Bone”) conta a história de Ellen, uma jovem (Lily Collins) que sofre com distúrbio alimentar. O filme já começa com a saída da jovem de uma clínica de reabilitação, voltando para a casa de seu pai, onde vive com sua madrasta (Carrie Preston) e sua meia-irmã (Liana Liberato).


No primeiro momento Ellen não parece ser o tipo de garota abalada com seus problemas, seguindo uma linha mais rebelde, contrariando a tudo e a todos. Além disso, sua obsessão por comida já fica bastante aparente nas primeiras cenas, mostrando o quão (des)controlada ela é com a comida e sua habilidade (não necessariamente admirável) em saber exatamente a quantidade de calorias presente em cada alimento que ela consome.


Percebendo que mais uma vez a clínica não surtiu muito efeito, sua madrasta consegue marcar um horário com um médico (Keanu Reeves) especialista, a última chance de ajudar Ellen a resolver seu problema. E assim ela é colocada em uma casa de repouso com pessoas que apresentam o mesmo distúrbio que ela.


Nesse novo lar, Ellen percebe coisas em sua vida que nunca havia reparado antes, assim como a possibilidade de encontrar uma nova paixão e a melhor forma de como lidar com seu pai ausente e sua mãe, que se afastou dela.


Colocando em foco agora minha opinião, eu não achei o filme ruim, porém não posso falar que foi o melhor filme que vi na minha vida. Estava com medo de ter cenas muito fortes, mas, tirando a magreza excessiva na qual Lily Collins teve que ficar para interpretar a personagem (o que ela teve que fazer mesmo e expressou de forma bem realista, acho, a aparência de uma pessoa com o distúrbio), não tem nada muito explicito, em imagem.


O mais pesado foi acompanhar a história mesmo, você entra bastante dentro dos problemas de Ellen e de todas as outras personagens da história.

O que me fez não gostar tanto foi que fiquei com a sensação de ser só mais um filme adolescente. Tive a impressão que o filme apenas usa o distúrbio alimentar, um tema que considero muito sério e muito preocupante, como motivo para criar mais uma história. Mas pode ser apenas impressão mesmo, não sei!


O que posso afirmar é que o filme conta com um elenco muito bom, com nomes bem conhecidos e amados.


O Mínimo para Viver foi dirigido por Marti Noxon, estreante no mundo do cinema mas já conhecida por dirigir séries famosas como “Buffy, a Caça-vampiros” e “Brothers & Sisters”. Foi lançamento mundialmente no dia 22 de janeiro de 2017, pela Netflix e tem duração de 1h47 e a classificação indicativa é 14 anos.


Agora me conta aí: já assistiu? O que achou do filme? Vai assistir? Gostou da dica?

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